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Américo
D., 47 anos - Comerciante, Lisboa
[...] Não sei como dizer, mas a minha
família neste momento, é tal,
como aqui há uns anos atrás,
algo de importantíssimo.
Este sentimento renovado devo-o a Deus e também
ao Sr. Mário Costa. Foi para mim, muito
mais do que um irmão, dado à
forma inteligente como me ajudou, numa época
que espero nunca mais volte.
Nunca pensei que a função do
detective fosse tão humana e eficiente.
[...]
Escrevo estas linhas com alguma emoção,
porque sei que nunca irei pagar o suficiente,
em relação à forma como
fui sempre ajudado, e hoje vivo como antigamente
em paz. [...]
É assim. Hà momentos que nunca
esquecemos.
Foi o Sr. Mário que me telefonou, a
pedir que eu lhe mandasse umas palavras para
ele mostrar a futuros clientes, e eu achei
muito bem, até porque merece, e eu
tambem nunca me vou esquecer dele e recomendá-lo-ei
a quem necessitar. [...] |
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