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Escolher
um Detective: Manual de Instruções
(cont.).
Queremos ser uma actividade que se deseja
nobre, qualificada e regulamentada superiormente
pelo Estado Português, e reconhecida
pelos seus pares internacionais.
O detective moderno não tem bola de
cristal, nem varinha mágica, nem tem
dedo que adivinha. Também não
é invisível, nem omnipresente.
É, como qualquer humano, falível
e não se pode comprometer com necessidades
urgente de êxito. Tal como as pressões,
a escassez de tempo, meios e condições,
são igualmente factores condicionantes.
Quem me procura, deve ter presente que o detective,
é um técnico, sensível
mas firme, não violento e impermeável
a pressões, experiente, pronto a colaborar,
a abrir pistas, sempre discreto e rodeado
do maior sigilo, cauteloso, nunca comprometendo
a investigação nem o seu cliente,
ajudando emocionalmente o cliente mais frágil,
...e sempre apoiado em alta tecnologia.
Mário Costa
Detective |
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