| |
Escolher
um Detective: Manual de Instruções
(cont.).
Acautele a sua privacidade e a sua carteira.
Encontrar um detective sério não
pode ser um jogo de sorte ou de azar. Aprenda
a distinguir o trigo do joio.
Confie o seu problema íntimo, a um
dos raros detectives-coordenadores que sempre
deu a cara na comunicação social,
que luta pela legalização da
actividade, não é cadastrado
(e prova-o), tem escritório aberto
ao público e é reconhecido pelos
média. Vem do jornalismo de investigação,
ama a profissão, e acima de tudo respeita
e aconselha o cliente. Não atende ao
domicílio, nem em cafés ou locais
públicos, como qualquer profissional
liberal ou empresarial que se digne.
Ser detective privado não é
ser agente secreto. Quando um autodenominado
profissional de investigação
se refugia no secretismo de identidade, não
merece confiança. É fácil,
colocar anúncios em jornais diários
de grande tiragem, com identidade e morada
falsas, pagando a dinheiro, com número
de telemóvel não registado.
Pessoas de má fé, que você
jamais conseguirá identificar ou controlar,
até porque normalmente os encontros
são ao domicilio ou em local ou estabelecimento
público. Como é que depois pode
reclamar?
E, por favor, não confunda detective
privado com segurança de supermercado,
porteiro da noite, policia ou militar frustado,
com vontade de fazer gratificados ...armados
em detectives. Não corra riscos. Não
embarque no facilitismo.
>> |
|
|
|