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Destak, 30 de Maio de 2003
Detective privado ao serviço da verdade (cont.)
Filipa Estrela

Apesar de não trabalhar, nem ter colaboração oficial com a Policia, como era desejável, não está sózinho. “Temos parcerias pontuais, com agências de detectives na Europa, e nas Américas, em especial com colegas Brasileiros”.
Com uma média inferior a três investigações por mês, garante que nunca deu nas vistas, e que nunca foi detectado nas vigilâncias, seguimentos ou infiltrações, mas nunca subestima a pessoa que controla ou investiga.

“Aprende-se fazendo. Não há formação nem básica, nem média e muito menos superior ou profissional, em Portugal. O exito reside na perspicácia e perseverança aliado a um sexto sentido, ou melhor a um faro institivo, e a informação muito verificada. Um técnico de informação só sobrevive, se conseguir movimentar-se medianamente em contra-informação, e ter uma óptima agenda de contactos, tal como um bom e ‘velho’ jornalista especializado.”

“Na área da vigilância estática ou móvel, uma perseguição bem feita implica alguns automoveis, bem diferentes, carrinhas fechadas equipadas com wc, cama, e mini cozinha, ar condicionado eléctrico especial, motas potentes e peões especializados, o que pode fazer deste, um serviço não acessivel a todas as classes sociais. Como em tudo na vida, é mais para quem pode, do que para quem realmente precisa...”, diz. >>
   
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