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Destak,
30 de Maio de 2003
Detective
privado ao serviço da verdade (cont.)
Filipa Estrela
humanas e que colaboram
empenhadas, tendo uma consciência e
actuação cautelosa, dado que
a sua actividade ainda não e legislada”.
Contudo, confessa que: “nao vou estar
parado por não haver legislação.
Trabalha-se nesta área há muitas
dezenas de anos, com anúncios nas páginas
amarelas ou brancas da região de Lisboa,
da Portugal Telecom (PT), e nos jornais, e
nunca ninguém sério foi incomodado”.
O investigador dá a reponsabilidade
a quem a quer assumir. “A venda da faca
e livre, depois, eu apenas forneço
as instruções, como e que se
utiliza, se e para barrar manteiga, é
de uma forma, se é para comer, é
de outra. Consoante os casos, vendo ou alugo
o equipamento, ou ajudo procurando resolver
as necessidades do cliente”.
A metáfora é válida para
o conjuge, que quer, ver e ouvir, em directo
e a cores... o outro a traí-lo. Este
homem, tem uma grande experiência, herdada
da investigação da área
criminal jornalistica, mas sente-se frustado,
por não ter a colaboracao legal, por
parte do Governo e obviamente das Policias,
como e usual no Mundo inteiro, civilizado.
“Se eu necessitar a consulta legal,
a ficheiros civis ou estatais, tal como saber
se o indivíduo tem cadastro, ou onde
trabalha ou reside, onde carregou o telemovel,
ou a facturação detalhada do
mesmo, tenho muitas dificuldades, ou pura
e simplesmente não consigo, o acesso
á informação, porque
não há legislação”.
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