| |
A
Capital, 14 de Novembro de 2001
O
Super Mário da “consola”
para a cidade (cont.)
Valdemar Pinheiro e
José A. Cruz
Segundo Mário Costa, são roubados
só em Lisboa, uma média de 20
carros por dia, e em todo o País cerca
de 77. A par da empresa que gere, Mário
Costa dedica-se a investigações
particulares, tendo escritório na Estrada
da Falagueira, na Amadora. “Um detective
tem de ser um técnico sensível,
calmo e perseverante. Só assim obtem
resultados”. Especializado em adultérios
e controle de filhos, também trabalha
nas áreas de pessoas desaparecidas,
informações pessoais e comerciais.
“Hà muita gente infiel”,
explica. “Hà também muitos
patrões, que precisam de saber se o
empregado anda ou não a roubar, se
as voltas e os contactos do vendedor são
realmente reais, se o cliente é honesto
para lhe dar crédito, ou se o computador
é utilizado para fins menos honestos.
Enfim, hoje em dia, vive-se á base
da informação.
Até Jornais e Televisões pedem,
por vezes colaboração para certos
trabalhos”. Adianta Mário Costa,
que tem uma larga experiência no jornalismo
de investigação , graças
em parte a uma colaboração muito
estreita com alguns jornalistas especializados
na área criminal.
“Pena é que, no campo da investigação
particular, andem por ai muitos pseudo detectives,
que anunciam anonimamente nos jornais, atendendo
as incautas esposas traídas, nos cafés
ou em qualquer esquina..., >> |
|
|
|